quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

A saga de um poeta

Muitas lagrimas rolaram do meu rosto,sofri demais por alimentar ilusões,
na imperfeição de pensar que tudo era perfeito,
projetei uma mulher que não existia em alguém que não podia interpreta-la.
Enfim, após me afogar em prantos consegui chegar as margens desse mar de ilusões,
e com os olhos ainda mareados enxergava vultos do que seria uma corpo de mulher,
apesar do som de seu sorriso ser semelhante ao de uma criança.
Meus olhos começavam a se acostumar com a luz da realidade
e então pude enxergar a beleza de seus traços,
que acompanhado de um olhar implacável fizeram com que voltasse a terra firme,
mas “como chegar a ela?”
O medo tomava conta do meu corpo dizendo que não queria sofrer novamente,
ao mesmo tempo em meu coração pulsava a procura de um novo amor,
lançando em minhas veias a coragem necessária para prosseguir.
Afinal de contas o que o que são lagrimas?Elas caem, secam, são apenas água salgada.
Não seriam um empecilho para o herói desta saga,
que sofreu mas continua lutando pela sua felicidade.
e no momento que foi de encontro a ela,
gotas de chuva caiam em seu rosto,
como se Deus chorasse de alegria pois sabia que enfim nosso herói encontrara seu grande amor
e assim começou nossa amizade,
e essa amizade virou paixão,
e essa paixão virou amor,
e hoje esse poeta descreve orgulhoso sua saga
pois uma das coisas mais difíceis para o homem é encontrar o seu grande amor
e eu .......Eu consegui!

Um comentário:

  1. Finalmente. Enfim seu blog pronto.
    Belissímo poema, o qual sei muito bem, o qual já li ainda no papel.
    Fico feliz por encontra-lo aqui, em seu blog.
    Te desejo sucesso, pois talento, sabes que tem.

    Um grande abraço, com a firmeza de nossa amizade.

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