Brisa matutina que refresca a minha alma,
Que me traz tranqüilidade e me faz perder a calma,
Que detém os universos na ponta do seu pincel,
Que me toma pelos braços e me leva pro teu céu.
Rainha da minha noite, estrela do meu dia,
Menina dos meus sonhos, razão da minha alegria.
Envolva-me em tuas telas, faça-me teu personagem,
Desenhe a minha historia, seja a minha miragem.
Jardim dos meus sonhos, caverna dos meus medos,
Luz da minha vida, baú dos meus segredos.
Me completa, me sacia e me da sede.
Conduza-me a liberdade e prenda-me em sua rede.
Eu quero a cada dia mergulhar nas tuas cores,
Beber tuas malícias e mastigar os teus ardores,
Ouvir tuas carícias, transpirar os teus amores,
Beijar a tua alma e lamber os teus sabores.
Pois descobri que o paraíso mora em teu coração,
E estou construindo uma trilha em sua direção,
As batidas darão ritmo que guiará minha canção,
E será o sol do meu inverno e a chuva do meu verão.
sábado, 18 de dezembro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Adeus amor
Teus olhos mareados temporais
me levam para longe do teu cais
e enfrento tempestade tão voraz
trazida pelos ventos litorais
Não pense que eu queria esse fim
não fique assim, não chore por mim
dizer adeus nem sempre é tão ruim
E essa historia ficará guardada
em meu peito seja aonde for
eu levo a marca, a cicatriz desse amor
me levam para longe do teu cais
e enfrento tempestade tão voraz
trazida pelos ventos litorais
Não pense que eu queria esse fim
não fique assim, não chore por mim
dizer adeus nem sempre é tão ruim
E essa historia ficará guardada
em meu peito seja aonde for
eu levo a marca, a cicatriz desse amor
terça-feira, 6 de julho de 2010
Larissa
Sorriso doce em um coração indomável,
Nem sempre um semblante de paz simboliza a fragilidade,
Há guerreiros que lutam em silencio, suas batalhas não são vistas,
Suas vitórias não são comemoradas,
Suas derrotas não são lamentadas.
Seguem solitários, não por falta de ombros, mas por opção.
Eu encontrei alguém assim,
Uma mulher de fibra com ares de frágil donzela,
Quem sente seu rosto macio, aveludado
E perfeito como uma porcelana rara,
Não imaginam as cicatrizes em sua alma, marcas profundas,
Algumas ainda sangram, mas ela... Ela não chora!
Não na nossa frente,
Não é orgulho, só não quer incomodar os outros com sua dor,
Queria eu pobre poeta, poder cuidar de tais feridas,
Mas se aproximar da alma de um guerreiro é tarefa difícil,
Só se eles te permitirem adentrar os portais de seus medos,
E aí, se tornariam frágeis pra você,
Coisa que um guerreiro não quer transparecer,
Então permanecem cobertos por armaduras impenetráveis.
Mas poetas são loucos, vêem alem dos outros e
Acham que podem mudar o mundo,
Foi quando vi sua ferida mesmo embaixo da armadura
E quando me aproximei na ânsia de cuidar de sua ferida,
Esqueci que estava desprotegido
Seus olhos como uma lança penetraram meu coração,
Mas eu estava tão vidrado que nem senti,
De sorte que pude tocá-la antes que meu corpo desfalece-se,
Pude sentir seu perfume que garanto
Conquistaria o mais cruel dos bárbaros,
E contemplá-la como poucos puderam,
Afinal sempre se aproximaram dela armados
E com seus escudos em punho o que dificultava sua visão,
Mas eu a vi de fato e posso dizer foi maravilhoso o que vi,
Valeu à pena a lança que carreguei em meu peito,
Digo carreguei por que logo após desfalecer em seus braços,
Ela percebeu que se trava de um poeta e não de um guerreiro,
Sua atitude fora um reflexo causado por seus instintos,
Agora para meu o bem era necessário que ela tirasse a lança,
E então ela a puxou rapidamente, que dor que eu senti!
Mas logo ela enfaixou meu peito, ainda nem sei se vivi ou se morri,
Só sei que a vi!
Aquilo que um poeta mais deseja ver, uma musa.
Não sabia que eram tão fortes quanto belas,
Nem acredito que pude tê-la em meus braços,
Mesmo que por um instante.
E essa experiência ficara marcada em meu peito... Pra sempre!
Larissa... Esse é o seu nome!
Nem sempre um semblante de paz simboliza a fragilidade,
Há guerreiros que lutam em silencio, suas batalhas não são vistas,
Suas vitórias não são comemoradas,
Suas derrotas não são lamentadas.
Seguem solitários, não por falta de ombros, mas por opção.
Eu encontrei alguém assim,
Uma mulher de fibra com ares de frágil donzela,
Quem sente seu rosto macio, aveludado
E perfeito como uma porcelana rara,
Não imaginam as cicatrizes em sua alma, marcas profundas,
Algumas ainda sangram, mas ela... Ela não chora!
Não na nossa frente,
Não é orgulho, só não quer incomodar os outros com sua dor,
Queria eu pobre poeta, poder cuidar de tais feridas,
Mas se aproximar da alma de um guerreiro é tarefa difícil,
Só se eles te permitirem adentrar os portais de seus medos,
E aí, se tornariam frágeis pra você,
Coisa que um guerreiro não quer transparecer,
Então permanecem cobertos por armaduras impenetráveis.
Mas poetas são loucos, vêem alem dos outros e
Acham que podem mudar o mundo,
Foi quando vi sua ferida mesmo embaixo da armadura
E quando me aproximei na ânsia de cuidar de sua ferida,
Esqueci que estava desprotegido
Seus olhos como uma lança penetraram meu coração,
Mas eu estava tão vidrado que nem senti,
De sorte que pude tocá-la antes que meu corpo desfalece-se,
Pude sentir seu perfume que garanto
Conquistaria o mais cruel dos bárbaros,
E contemplá-la como poucos puderam,
Afinal sempre se aproximaram dela armados
E com seus escudos em punho o que dificultava sua visão,
Mas eu a vi de fato e posso dizer foi maravilhoso o que vi,
Valeu à pena a lança que carreguei em meu peito,
Digo carreguei por que logo após desfalecer em seus braços,
Ela percebeu que se trava de um poeta e não de um guerreiro,
Sua atitude fora um reflexo causado por seus instintos,
Agora para meu o bem era necessário que ela tirasse a lança,
E então ela a puxou rapidamente, que dor que eu senti!
Mas logo ela enfaixou meu peito, ainda nem sei se vivi ou se morri,
Só sei que a vi!
Aquilo que um poeta mais deseja ver, uma musa.
Não sabia que eram tão fortes quanto belas,
Nem acredito que pude tê-la em meus braços,
Mesmo que por um instante.
E essa experiência ficara marcada em meu peito... Pra sempre!
Larissa... Esse é o seu nome!
domingo, 14 de fevereiro de 2010
pressentimento
Eu não consigo enxergar,
por mais que exista a luz
eu não enxergo
são apenas vultos,
o indefinido,
mas sinto que queria estar lá,
mesmo sem saber,
mesmo sem olhar,
sei que aqui não é mais meu lugar.
não sinto o cheiro,
não escuto o som,
mas eu tenho que ir para lá,
pois algo em meu peito diz que irei te encontrar,
não vejo, apenas sinto...
sinto que é lá
por mais que exista a luz
eu não enxergo
são apenas vultos,
o indefinido,
mas sinto que queria estar lá,
mesmo sem saber,
mesmo sem olhar,
sei que aqui não é mais meu lugar.
não sinto o cheiro,
não escuto o som,
mas eu tenho que ir para lá,
pois algo em meu peito diz que irei te encontrar,
não vejo, apenas sinto...
sinto que é lá
domingo, 7 de fevereiro de 2010
escravo do amor
Ainda sonho contigo, ainda te quero
Sentado em um banco de praça ainda te espero
Já não conheço teu rosto, já nem sei quem tu és
Mas vais me fazer feliz e irás firmar os meus pés
Terás um sorriso tão lindo que esquecerei meus problemas
E darei a ti minhas mãos pra que coloques tuas algemas
Pois não me importarei em ser teu prisioneiro
Serei sentenciado a um amor verdadeiro
Teus olhos serão tão profundos que fugirão a minha compreensão
Por isso desejarei viver mil anos nesta prisão
A fim de conhecer teus desejos e caprichos,
Torná-los-ei possíveis e degustarei teus feitiços,
Conhecerei cada mancha de tua pele, cada fio dos teus cabelos
Cada curva do teu corpo, da cabeça aos tornozelos
Desvendarei teus mistérios dia a dia, mês a mês
E se no caminho algo der errado, desvendo tudo outra vez
Pois minha felicidade será saber que tu estarás feliz
E que estando ao meu lado terás tudo o que sempre quis
Pois eu serei feliz ao respirar o teu carbono
De poder viver teu dia e poder dormir teu sono
Serei o teu criado, serei o teu senhor
Serei mais do que isso, serei o teu amor
Sentado em um banco de praça ainda te espero
Já não conheço teu rosto, já nem sei quem tu és
Mas vais me fazer feliz e irás firmar os meus pés
Terás um sorriso tão lindo que esquecerei meus problemas
E darei a ti minhas mãos pra que coloques tuas algemas
Pois não me importarei em ser teu prisioneiro
Serei sentenciado a um amor verdadeiro
Teus olhos serão tão profundos que fugirão a minha compreensão
Por isso desejarei viver mil anos nesta prisão
A fim de conhecer teus desejos e caprichos,
Torná-los-ei possíveis e degustarei teus feitiços,
Conhecerei cada mancha de tua pele, cada fio dos teus cabelos
Cada curva do teu corpo, da cabeça aos tornozelos
Desvendarei teus mistérios dia a dia, mês a mês
E se no caminho algo der errado, desvendo tudo outra vez
Pois minha felicidade será saber que tu estarás feliz
E que estando ao meu lado terás tudo o que sempre quis
Pois eu serei feliz ao respirar o teu carbono
De poder viver teu dia e poder dormir teu sono
Serei o teu criado, serei o teu senhor
Serei mais do que isso, serei o teu amor
lendas sobre o amor
Há muitas lendas sobre o amor
A verdade, quem foi que falou?
Pra quem nunca amou
O amor é uma surpresa
Pra quem já amou
O amor é incerteza
E pra quem ama
Ele é a expressão da beleza
Mas que beleza é essa que causa feridas de morte?
E a mesma que faz sorrir ou achar que tenho sorte
Então, me diga o que esperar do amor?
Do amor não se espera nada, ninguém nunca lhe falou?
Apenas se doa amigo, sem olhar pro que ganhou
Já ganhei muitas rosas, mais não tiraram-lhe os espinhos
Sei que é belo e doloroso e ninguém explica seus caminhos
E como faço pra encontrá-lo?
Procure nos labirintos da vida
Talvez encontre uma saída
E como faço pra esquecê-lo?
Pergunte ao mais sábio dos homens
E ele não saberá responde-lo
Cada um dá a sua forma, sua textura, sua cor
Nesta arte abstrata que chamamos de amor
A verdade eu nem sei, dizem que é relativa
Dizem que quando se ama, leva-se pra toda vida
E quando se perde um amor, será que existe saída?
Espero que haja esperança enquanto se tem a vida
Há mistérios sobre o amor e indagações sobre a verdade
Nestas questões o ilusório se funde a realidade
Hoje pode ser perfeito e amanha banalidade
Já não sei o que escrever minha idéia já acabou
Afinal não sou poeta, sou um mero pensador
Tentando falar sobre algo que a ciência não explicou
Sei que ele é divino, conheço o seu sabor
Mas não me atreveria a afirmar o que é o amor
A verdade, quem foi que falou?
Pra quem nunca amou
O amor é uma surpresa
Pra quem já amou
O amor é incerteza
E pra quem ama
Ele é a expressão da beleza
Mas que beleza é essa que causa feridas de morte?
E a mesma que faz sorrir ou achar que tenho sorte
Então, me diga o que esperar do amor?
Do amor não se espera nada, ninguém nunca lhe falou?
Apenas se doa amigo, sem olhar pro que ganhou
Já ganhei muitas rosas, mais não tiraram-lhe os espinhos
Sei que é belo e doloroso e ninguém explica seus caminhos
E como faço pra encontrá-lo?
Procure nos labirintos da vida
Talvez encontre uma saída
E como faço pra esquecê-lo?
Pergunte ao mais sábio dos homens
E ele não saberá responde-lo
Cada um dá a sua forma, sua textura, sua cor
Nesta arte abstrata que chamamos de amor
A verdade eu nem sei, dizem que é relativa
Dizem que quando se ama, leva-se pra toda vida
E quando se perde um amor, será que existe saída?
Espero que haja esperança enquanto se tem a vida
Há mistérios sobre o amor e indagações sobre a verdade
Nestas questões o ilusório se funde a realidade
Hoje pode ser perfeito e amanha banalidade
Já não sei o que escrever minha idéia já acabou
Afinal não sou poeta, sou um mero pensador
Tentando falar sobre algo que a ciência não explicou
Sei que ele é divino, conheço o seu sabor
Mas não me atreveria a afirmar o que é o amor
ilusão
Todas as noites antes de dormir, eu bebo doses de ilusão
Na ânsia de sonhar contigo, de te ter ao meu lado
Mas pela manha a realidade abre meus olhos
E mostra o quão vazio esta o meu mundo
O único lugar em que você habita é o meu pensar
Pois a distancia entre nós é notória
Nem sei como ainda consigo ver tua face tão nítida,
Ouvir tua voz tão clara
Se á tanto tempo não nos vemos nem nos falamos,
Acho que é por que sempre converso contigo em pensamento,
Tentando te manter perto de mim,
Quando na verdade nem sei se estou dentro de você,
Mas continuo tomando noite após noite doses de ilusão
Parece que isso conforta o meu coração
Só não sei o que fazer quando essas doses acabarem
Só iria me sobrar a realidade
E ultimamente não há beleza alguma nela
Dizem que ”o que os olhos não vê o coração não sente”
Então porque me deparar com uma realidade tão sem graça
Quando posso me cercar de uma ilusão tão poética
Um universo só meu onde você estará sempre ao meu lado
Enquanto durarem as doses, enquanto elas o sustentarem
Na ânsia de sonhar contigo, de te ter ao meu lado
Mas pela manha a realidade abre meus olhos
E mostra o quão vazio esta o meu mundo
O único lugar em que você habita é o meu pensar
Pois a distancia entre nós é notória
Nem sei como ainda consigo ver tua face tão nítida,
Ouvir tua voz tão clara
Se á tanto tempo não nos vemos nem nos falamos,
Acho que é por que sempre converso contigo em pensamento,
Tentando te manter perto de mim,
Quando na verdade nem sei se estou dentro de você,
Mas continuo tomando noite após noite doses de ilusão
Parece que isso conforta o meu coração
Só não sei o que fazer quando essas doses acabarem
Só iria me sobrar a realidade
E ultimamente não há beleza alguma nela
Dizem que ”o que os olhos não vê o coração não sente”
Então porque me deparar com uma realidade tão sem graça
Quando posso me cercar de uma ilusão tão poética
Um universo só meu onde você estará sempre ao meu lado
Enquanto durarem as doses, enquanto elas o sustentarem
o ex poeta
Por favor, meu bom rapaz
Não me peça pra escrever
Mexe com meus sentimentos
Coisa que não quero fazer
Se quiser te conto em prosa
Tudo o que se passou
Vou falar sobre as facetas
Que o amor me revelou
Mas escrever meu jovem
Não e boa idéia não
Isso é coisa complexa
Mexe com a emoção
Hoje ela fala baixinho
Nem consigo escutar
Mas se eu mexer com ela
Logo ela vai gritar
Seus gritos ate me fazem
Perder a sanidade
São loucuras que me trazem
Do amor muita saudade
Não me peça pra escrever
Mas não me leve a mal
Estou cansado de sofrer
O amor sem dor não é real
Não me peça pra escrever
Mexe com meus sentimentos
Coisa que não quero fazer
Se quiser te conto em prosa
Tudo o que se passou
Vou falar sobre as facetas
Que o amor me revelou
Mas escrever meu jovem
Não e boa idéia não
Isso é coisa complexa
Mexe com a emoção
Hoje ela fala baixinho
Nem consigo escutar
Mas se eu mexer com ela
Logo ela vai gritar
Seus gritos ate me fazem
Perder a sanidade
São loucuras que me trazem
Do amor muita saudade
Não me peça pra escrever
Mas não me leve a mal
Estou cansado de sofrer
O amor sem dor não é real
sagradas lembranças
Queimem minhas cartas
Quebrem minhas porcelanas
Mas, pra ser sincero, Não adianta
Ninguém vai apagar minhas lembranças
As chamas do ódio não irão consumi-las
E as gotas de dor não irão manchá-las
Por mais que alguém tente denegri-las
Sagradas em minha mente estarão guardadas
Não ousem macular a santidade
De nossas noites de amor
Não ousem dizer que era errado
O beijo que se roubou
Errados foram os beijos
Que ficaram na vontade
Não passaram de desejo
Não viraram realidade
Não ousem dizer que era errado
Não ousem negar que era amor
Não afirmem que era pecado
Não ousem dizer que acabou
Quebrem minhas porcelanas
Mas, pra ser sincero, Não adianta
Ninguém vai apagar minhas lembranças
As chamas do ódio não irão consumi-las
E as gotas de dor não irão manchá-las
Por mais que alguém tente denegri-las
Sagradas em minha mente estarão guardadas
Não ousem macular a santidade
De nossas noites de amor
Não ousem dizer que era errado
O beijo que se roubou
Errados foram os beijos
Que ficaram na vontade
Não passaram de desejo
Não viraram realidade
Não ousem dizer que era errado
Não ousem negar que era amor
Não afirmem que era pecado
Não ousem dizer que acabou
O canto do canário triste
Amor, se um dia te deixei
Juro foi por medo de te magoar
Medo de não ser aquele
Que você um dia veio a sonhar
E agora vivo solitário
Feito um canário
Triste a flautear
Sabendo que não sei viver
Sem teu amor
Sigo a chorar
Meu canto já zoa engasgado
Estou engaiolado ao te ver passar
Voando com outro canário
Que ao seu ouvido esta a assobiar
Enquanto você o escuta
O meu canto triste se perde no ar
Espero que alguém escute
Esse meu canto e vá lhe contar
Que a numa gaiola fria
Há um canário triste
Morrendo por te amar
Juro foi por medo de te magoar
Medo de não ser aquele
Que você um dia veio a sonhar
E agora vivo solitário
Feito um canário
Triste a flautear
Sabendo que não sei viver
Sem teu amor
Sigo a chorar
Meu canto já zoa engasgado
Estou engaiolado ao te ver passar
Voando com outro canário
Que ao seu ouvido esta a assobiar
Enquanto você o escuta
O meu canto triste se perde no ar
Espero que alguém escute
Esse meu canto e vá lhe contar
Que a numa gaiola fria
Há um canário triste
Morrendo por te amar
O circo acabou
Não sente na platéia
O espetáculo acabou
Já se apagaram as luzes
E o palhaço se limpou
Olhe a sua volta
não tem ninguém aqui
Acabaram se as piadas
Você não ira sorrir
Na sente na platéia
procure outro lugar
As lonas estão descendo
podem ate te machucar
Quem sabe outra temporada,
ou em outra estação
Quem sabe outro circo,
ate outra ocasião
Mais agora já é tarde,
é hora de fechar
O circo esta saindo,
e não sei se vai voltar
O espetáculo acabou
Já se apagaram as luzes
E o palhaço se limpou
Olhe a sua volta
não tem ninguém aqui
Acabaram se as piadas
Você não ira sorrir
Na sente na platéia
procure outro lugar
As lonas estão descendo
podem ate te machucar
Quem sabe outra temporada,
ou em outra estação
Quem sabe outro circo,
ate outra ocasião
Mais agora já é tarde,
é hora de fechar
O circo esta saindo,
e não sei se vai voltar
em um segundo
O ódio acabou
A dor cessou
No segundo em que você sorriu
A discórdia me deixou
A tristeza foi embora
Já nem sei o que a casou
Tudo isso no segundo
Em que a lagrima rolou
Não sorria desse jeito
Quer abrir quem se trancou
Pode acabar revelando
O que em secreto ficou
Não me olhe desse jeito
Qual é a sua intenção?
Quer desvendar os mistérios
Ocultos em meu coração?
A dor cessou
No segundo em que você sorriu
A discórdia me deixou
A tristeza foi embora
Já nem sei o que a casou
Tudo isso no segundo
Em que a lagrima rolou
Não sorria desse jeito
Quer abrir quem se trancou
Pode acabar revelando
O que em secreto ficou
Não me olhe desse jeito
Qual é a sua intenção?
Quer desvendar os mistérios
Ocultos em meu coração?
saga de um poeta (Parte II – retratações)
Estava entre dois amores
A música e você
Quando escolhi por ela
Foi pra te deixar viver
Um artista sem arte não tem brilho
Não tem intensidade
Não lhe traria sorrisos
Amaria pela metade
Como estou sem você
A dor é minha inspiração
Cada melodia que toco
Traz consigo essa emoção
As pessoas logo choram
Quem escreveu essa canção
São canções de um poeta
Que arrancou seu coração
Eu sei a musica é bela
Mas não me faz lucrar
Não lhe traria o conforto
Que um dia sonhei em lhe dar
Sei que fui covarde
Quando tomei minha decisão
Fiz sofrer minha princesa
Mas imploro seu perdão
Sei que em seu castelo
Outro príncipe esta a porta
Em seu cavalo branco
Tão altivo que nem me nota
Mas observo calado
Só aceno com mão
E você abaixa a cabeça
Com um olhar de solidão
Há escolhas em nossa vida
Que são difíceis de tomar
Pois, depois que são decididas
Não se pode mais voltar
Venho através desta carta
Apenas me retratar
Dizer que se te deixei
Não foi por falta de amar
Vivi beleza resplandecente
E hoje estou na escuridão
Tendo em minha companhia
O som de um a triste canção
Que fala de um amor perfeito
Que um dia me fez sorrir
Mas pelo amor a arte
Eu o deixei partir
Despeço-me minha querida
Não precisa entender
Isso é coisa de poeta
Que tem sina por sofrer
Só escrevo estar carta
Pedindo-lhe, por favor,
Não me queira mal
Não me odeie
Meu amor.....
A música e você
Quando escolhi por ela
Foi pra te deixar viver
Um artista sem arte não tem brilho
Não tem intensidade
Não lhe traria sorrisos
Amaria pela metade
Como estou sem você
A dor é minha inspiração
Cada melodia que toco
Traz consigo essa emoção
As pessoas logo choram
Quem escreveu essa canção
São canções de um poeta
Que arrancou seu coração
Eu sei a musica é bela
Mas não me faz lucrar
Não lhe traria o conforto
Que um dia sonhei em lhe dar
Sei que fui covarde
Quando tomei minha decisão
Fiz sofrer minha princesa
Mas imploro seu perdão
Sei que em seu castelo
Outro príncipe esta a porta
Em seu cavalo branco
Tão altivo que nem me nota
Mas observo calado
Só aceno com mão
E você abaixa a cabeça
Com um olhar de solidão
Há escolhas em nossa vida
Que são difíceis de tomar
Pois, depois que são decididas
Não se pode mais voltar
Venho através desta carta
Apenas me retratar
Dizer que se te deixei
Não foi por falta de amar
Vivi beleza resplandecente
E hoje estou na escuridão
Tendo em minha companhia
O som de um a triste canção
Que fala de um amor perfeito
Que um dia me fez sorrir
Mas pelo amor a arte
Eu o deixei partir
Despeço-me minha querida
Não precisa entender
Isso é coisa de poeta
Que tem sina por sofrer
Só escrevo estar carta
Pedindo-lhe, por favor,
Não me queira mal
Não me odeie
Meu amor.....
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
A saga de um poeta
Muitas lagrimas rolaram do meu rosto,sofri demais por alimentar ilusões,
na imperfeição de pensar que tudo era perfeito,
projetei uma mulher que não existia em alguém que não podia interpreta-la.
Enfim, após me afogar em prantos consegui chegar as margens desse mar de ilusões,
e com os olhos ainda mareados enxergava vultos do que seria uma corpo de mulher,
apesar do som de seu sorriso ser semelhante ao de uma criança.
Meus olhos começavam a se acostumar com a luz da realidade
e então pude enxergar a beleza de seus traços,
que acompanhado de um olhar implacável fizeram com que voltasse a terra firme,
mas “como chegar a ela?”
O medo tomava conta do meu corpo dizendo que não queria sofrer novamente,
ao mesmo tempo em meu coração pulsava a procura de um novo amor,
lançando em minhas veias a coragem necessária para prosseguir.
Afinal de contas o que o que são lagrimas?Elas caem, secam, são apenas água salgada.
Não seriam um empecilho para o herói desta saga,
que sofreu mas continua lutando pela sua felicidade.
e no momento que foi de encontro a ela,
gotas de chuva caiam em seu rosto,
como se Deus chorasse de alegria pois sabia que enfim nosso herói encontrara seu grande amor
e assim começou nossa amizade,
e essa amizade virou paixão,
e essa paixão virou amor,
e hoje esse poeta descreve orgulhoso sua saga
pois uma das coisas mais difíceis para o homem é encontrar o seu grande amor
e eu .......Eu consegui!
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