domingo, 7 de fevereiro de 2010

escravo do amor

Ainda sonho contigo, ainda te quero
Sentado em um banco de praça ainda te espero
Já não conheço teu rosto, já nem sei quem tu és
Mas vais me fazer feliz e irás firmar os meus pés
Terás um sorriso tão lindo que esquecerei meus problemas
E darei a ti minhas mãos pra que coloques tuas algemas
Pois não me importarei em ser teu prisioneiro
Serei sentenciado a um amor verdadeiro
Teus olhos serão tão profundos que fugirão a minha compreensão
Por isso desejarei viver mil anos nesta prisão
A fim de conhecer teus desejos e caprichos,
Torná-los-ei possíveis e degustarei teus feitiços,
Conhecerei cada mancha de tua pele, cada fio dos teus cabelos
Cada curva do teu corpo, da cabeça aos tornozelos
Desvendarei teus mistérios dia a dia, mês a mês
E se no caminho algo der errado, desvendo tudo outra vez
Pois minha felicidade será saber que tu estarás feliz
E que estando ao meu lado terás tudo o que sempre quis
Pois eu serei feliz ao respirar o teu carbono
De poder viver teu dia e poder dormir teu sono
Serei o teu criado, serei o teu senhor
Serei mais do que isso, serei o teu amor

2 comentários:

  1. fala migo! grande poeta..fika com Deus!

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  2. Caramba cara, quando foi que isso aconteceu? Quando foi que seu poema tomou essas proporções tão surreais? Ficaram perfeitas as palavras, os versos e a ritimica...

    Nossa... é serio... esse está MUITO bom mesmo.

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